• Bispo Peres

DE ONDE VEM O SEU SOCORRO?

Atualizado: 7 de abr.


Jesus na manjedoura

“Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra”

– Salmos 121.1,2.


Creio que todo o povo de Deus, incluindo os pastores e as pastoras, está orando a Deus em função da crise econômica que se agravou decorrente da pandemia provocada pela Covid-19. A vida dos brasileiros e das brasileiras não está nada fácil. Entendo que é nesta hora que os filhos e as filhas de Deus devem levantar os olhos e saber que o nosso socorro vem do Senhor, e que o nosso Deus é maior do que qualquer crise.


Alguns ditados no seio da Igreja Evangélica tentam animar o povo evangélico, com o intuito de levá-lo a vencer a crise na qual ele se encontra. O povo cristão também sofre as consequências daquilo que acontece no país. Exemplo de frase motivadora: “Não estou em crise, estou em Cristo”. Entretanto, quem está em Cristo, cumpre os seus mandamentos e se alegra nele:

“Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”

– João 15.14. É a partir daí que exercitamos nossa fé no filho de Deus.


A promessa bíblica é a de que não seríamos abandonados por Cristo, mas que Ele estaria conosco sempre (Mateus 28.20). Se você, meu irmão, minha irmã, está passando por dificuldades de qualquer natureza, inclusive financeira, saiba que o seu socorro vem do Senhor. Com fé em Deus, faça uma oração semelhante a que Davi fez quando ele estava envolto em uma grande crise:

“Mas tu, Senhor, não te alongues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me”

– Salmos 22.19. Ele sabia que o seu socorro viria de Deus e em Deus depositava toda a sua esperança de socorro. Minha esperança para que vençamos a crise em que o país está envolto, não está na política e nem em homem algum, mas em Deus. E é em Deus que eu entendo que devemos esperar pelo socorro.


Como Terceira Região Eclesiástica, estamos lançando a campanha: Cada Metodista um Dizimista. Esperamos que os nossos irmãos e as nossas irmãs depositem sua fé em Deus para vencer o desemprego e a falta de recursos financeiros, confiando Nele e nos princípios bíblicos que possam abrir as comportas do céu e derramar bênçãos sobre sua vida. Nossa ação com esta campanha visa a despertar a sua fé. Não nos tornamos dizimistas para receber as bênçãos de Deus, mas porque somos abençoados é que nos tornamos dizimistas: um ato de fé e de confiança em nosso Deus. Mesmo que pelo viés econômico as coisas não mudem no país, ainda assim, confiamos em Deus porque o nosso socorro vem Dele.


Aconselho os pastores e as pastoras a fazer, no momento litúrgico do ofertório, uma pequena exposição sobre a importância de confiar em Deus. Ofertar o dízimo ou fazer ofertas voluntárias é um ato de confiança. À medida que expressamos nossa confiança em Deus, nossa fé é despertada ainda mais. É no campo da fé que Deus opera:

“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”

– Hebreus 11.6. O ato de ofertar demonstra que estamos sendo agradecidos e agradecidas a Deus por suas bênçãos sobre nós e sobre a nossa casa.


Que ao final deste ano, possamos nos alegrar em Deus por todas as conquistas que Ele nos der, sejam elas financeiras, na saúde ou qualquer outra área em que formos abençoados e abençoadas. Os que confiam no Senhor, renovar-se-ão (...). Coragem, pois, irmãos, avante!


José Carlos Peres

Bispo presidente da Igreja Metodista 3RE


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